terça-feira, 28 de julho de 2015

Campanha Salarial mobiliza Camaçari segunda (27)


O clima da Campanha Salarial está intenso em Camaçari. Além de movimentar o Complexo Ford, a luta da database também integra trabalhadores de diversas empresas da cidade.
Nesta segunda-feira (27) trabalhadores da Magna Cosma, Sodécia (Fábrica 2), Magna  Setting e Sian, empresas que fornecem peças ao Complexo Ford, reafirmaram a força do chão de fábrica na Campanha Salarial. O movimento tem ganhado cada vez mais força e tem como objetivo pressionar os patrões a negociarem de forma séria o reajuste salarial da categoria.
O movimento já tinha se repetido na semana passada. Na quinta (23), funcionários da Magna Cosma, Sodécia (Fábrica 2) e também da Alston promoveram manifestações por avanços nas negociações. Os trabalhadores da Alston também chamaram atenção para a luta por PLR e abono, benefícios que ainda não avançaram nas negociações com a empresa.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Trabalhadores fazem mobilização para pressionar Ford nas negociações de PLR e abono


Cerca de 3 mil funcionários do Complexo Ford participaram nesta quinta-feira (23), das 6h30 às 13h, de uma grande manifestação organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari. O movimento chamou atenção para a lentidão e intransigência da montadora nas negociações sobre PLR e abono, iniciadas há alguns meses. 

Até agora, a empresa não apresentou uma proposta que atenda à expectativa do chão de fábrica. Ao contrário, a Ford insiste em propor redução de direitos, como foi estabelecido em acordos fechados nas montadoras de São Paulo.
A mobilização aconteceu no Body Shop e ainda destacou a luta da Campanha Salarial da categoria. Por enquanto, os patrões também não avançaram nas negociações. O sindicato patronal fez uma proposta indecente: reajuste abaixo da inflação e dividido em duas vezes (4% este mês e 4% em janeiro do próximo ano). Além disso, o sindicato patronal propôs fechar antecipadamente 5% de reajuste salarial referente a 2016. Evidentemente, essa proposta foi rejeitada pelos dirigentes sindicais.

Durante as manifestações, o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari reforçou a importância de fortalecer o estado de luta para pressionar o Complexo Ford a avançar nas negociações. 
"É fundamental o trabalhador mostrar a sua força para impulsionar as negociações. E contamos com o envolvimento de todos da fábrica para garantir avanços. Não vamos aceitar um acordo que retire direitos", diz Júlio Bonfim, presidente do Sindicato.

E para fechar um acordo que atenda aos anseios dos trabalhadores novas manifestações devem ocorrer ao longo dos próximos dias no Complexo Ford. Por isso, fique atento ao processo de mobilização da Campanha Salarial e também à luta por PLR e abono. Qualquer dúvida procure o diretor sindical da sua base.  

Campanha Salarial mobiliza trabalhadores de empresas em Camaçari

O clima da Campanha Salarial está intenso em Camaçari. Trabalhadores de diversas empresas estão integrados ao processo de mobilizações pela database.

Nesta quinta-feira (23), funcionários da Alston promoveram uma grande manifestação por avanços nas negociações com os patrões. O movimento aconteceu das 6h30 às 13h. Os trabalhadores também chamaram atenção para a luta por PLR e abono, benefícios que ainda não avançaram nas negociações com a Alston. 

Durante a tarde desta quinta, outras duas manifestações foram organizadas. Trabalhadores da Magna Cosma e da Sodécia (Fábrica 2), empresas que fornecem peças ao Complexo Ford, reafirmaram a força do chão de fábrica com o objetivo de pressionar os patrões a negociarem de forma séria o reajuste salarial da categoria, entre outros temas da Campanha Salarial.


Fonte: CTB Chapa 1
23/07/2015

Assédio Moral: Trabalhadores da Benteler denunciam chefe perseguidor

Um chefe da Benteler está tirando o sono e a paciência dos trabalhadores. Segundo as denúncias, ele toca o terror no chão de fábrica ao perseguir os funcionários. De acordo com o Sindicato, esse chefe tinha sido demitido da Benteler, passou pela Sian e retornou a Benteler. Agora, pior ainda, se achando o “cavalo do cão”, como é chamado pelos trabalhadores por causa da forma dura e agressiva que trata o pessoal do chão de fábrica.

Cansados de tanto assédio moral, os trabalhadores da Benteler promoveram uma grande manifestação na manhã desta quarta-feira (22). Eles denunciaram os abusos cometidos pelo chefe e cobraram da empresa uma atitude urgente para por fim à essa prática terrível, que só prejudica o trabalhador e detona o ambiente de trabalhador.

Data:22/07/2015

sábado, 18 de julho de 2015

Patrões propõem reajuste dividido e abaixo da inflação

Apesar dos lucros continuarem crescentes no setor metalúrgico, as empresas seguem resistentes na mesa de negociação. Em reunião realizada quinta-feira (16) passada, os patrões fizeram uma proposta absurda: reajuste abaixo da inflação e dividido em duas vezes. Seriam 4% este mês e 4% em janeiro do próximo ano. Além disso, a proposta é de fechar antecipadamente 5% de reajuste salarial referente a 2016. Os representantes sindicais rejeitaram completamente a proposta e reafirmaram que os trabalhadores querem, e merecem, uma proposta melhor. Afinal, a categoria precisa recompor o seu poder aquisitivo por causa da perda dos últimos anos. “A proposta dos patrões é tão fora da realidade que nem repõe a inflação do período. Ou seja, as empresas jogam nas costas do trabalhador todo o ônus. Nós não aceitamos isso e vamos até as últimas consequências para garantir que a negociação avance e estabeleça ganhos aos trabalhadores”, explica Aurino Pedreira, presidente da FETIM. Nova rodada de negociação ocorre esta semana e aumenta a expectativa que, desta vez, os patrões melhorem a proposta para a construção de um acordo justo. Enquanto isso, a categoria precisa se manter mobilizada para fortalecer o processo negocial.

17/07/2015

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Sindicato pressiona por acordo de PLR e ABONO no Complexo Ford



Seguem intensas as reuniões entre o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari e o Complexo Ford sobre PLR e ABONO. Mas, por enquanto sem definição de acordo. A entidade tem defendido o pagamento dos benefícios como forma de reconhecimento pelo esforço e dedicações do chão de fábrica.


O Sindicato também aproveita para chamar atenção dos trabalhadores para a importância de se informar sobre as negociações pelos canais de comunicação oficiais do sindicato - o site o jornal - e com os dirigentes sindicais na sua empresa. Recentes publicações em redes sociais trouxeram  um cenário completamente oposto à realidade dos fatos, de que o acordo com a Ford já estaria fechado. Não é verdade. Esse tipo de comportamento, de pessoas sem nenhum compromisso com os fatos, só prejudica a categoria. Em nada soma para se chegar a um avanço nas negociações.

Fonte: Stim CTB Chapa 1
13/07/2015

Programa do governo é retrocesso

O Programa de Proteção ao Emprego (PPE), transformado em Medida Provisória pelo governo federal nesta segunda-feira (6), representa um grande retrocesso para os trabalhadores. Ao permitir que empresas “em dificuldade financeiras temporárias” reduzam a jornada de trabalho dos funcionários, o governo só beneficia o setor empresarial, pois permite corte de até 30% do salário dos funcionários. Reduzir o salário do trabalhador não é solução pra economia.

“Não houve qualquer debate com os setores da sociedade, como o movimento sindical, sobre o impacto que essa medida provoca à classe trabalhadora. Além disso, não se sabe a real situação financeira das empresas”, diz Júlio Bonfim, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Bahia.

A medida provisória permite a abertura de novos retrocessos nas leis trabalhistas. Nos últimos meses, a sociedade tem sido surpreendida com sérios ataques aos direitos dos trabalhadores, como o veto presidencial à fórmula 85/95 e a manutenção do famigerado fator previdenciário, que chega a reduzir em até 40% o valor da aposentadoria. As medidas provisórias 664 e 665, que dificultam o acesso a benefícios trabalhistas e previdenciários, também ferem os direitos trabalhistas.


Para Júlio, o trabalhador não pode ser penalizado com corte de salário. “Precisamos discutir outras formas de manter o mesmo nível de empregos, sem prejudicar os trabalhadores”, explica Bonfim.

Fonte: Stim CTB Chapa 1
Data: 13/07/2015

Negociação da Campanha Salarial


Depois de atender ao pedido de negociação, o sindicato patronal, que representa as empresas do setor metalúrgico, chegaram de mãos vazias à reunião que abriu o processo negocial, nesta terça-feira (7), em Salvador. As empresas não apresentaram nenhuma proposta em relação à pauta de reivindicação enviada pela FETIM (Federação dos Metalúrgicos e Mineradores da Bahia) e pelos sindicatos de base.

Os trabalhadores reivindicam como proposta o aumento salarial de 15%, cesta básica, aumento no auxílio creche, do valor de hora-extra, combate ao assédio moral, e mais saúde e segurança para evitar acidentes, entre outros pontos.

Na reunião, os dirigentes sindicais cobraram compromisso das empresas com os trabalhadores e propostas que façam as negociações avançarem.
Os trabalhadores aguardam agora a definição de uma nova rodada de negociação, com a expectativa de que o sindicato patronal retorne com uma proposta concreta, que atenda às expectativas da categoria. Para a FETIM, a mobilização é fundamental. “As assembleias e o envolvimento dos trabalhadores são muito importantes para impulsionar as negociações”, diz Pedreira.

Fonte: FETIM BAHIA
13/07/2015

Compartilhe em suas redes sociais

Twitter Orkut Facebook Digg Stumbleupon Favoritos Mais