sexta-feira, 29 de agosto de 2014

ILUMINAÇÃO DA PISCINA EM LEDE NO CLUBE CTB CHAPA 1! RESULTADOS SE FAZ COM COMPETÊNCIA!

RESULTADOS SE FAZ COM COMPETÊNCIA! JUNTOS SOMOS FORTES UNIDOS SOMOS CTB CHAPA1!







 




FONTE: SINDICATO CTB CHAPA 1
DATA: 29/08/2014



quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ESSE SINDICATO FAZ A DIFERENÇA: COLOCAÇÃO DA GRAMA NO CAMPO, PINTURA DA QUADRA E DECORAÇÃO DA ACADEMIA

Estamos fazendo a diferença criando o melhor espaço de lazer da Bahia para o trabalhador de Camaçari Clube dos Metalúrgicos  Hoje estamos já colocando a grama no campo, aplicando gerenciamento visual, pintando a quadra e decorando academia, salão de jogos e briquetoteca. Juntos somos fortes unidos somos CTB chapa 1!







Fonte: Sindicato Filiado a CTB
28/08/2014

CIPISTA É REINTEGRADO PELA LUTA DO SINDICATO E DOS TRABALHADORES NO COMPLEXO FORD



Roberval Cipista da Maxcoat dentro do complexo Ford foi reintegrado pela organização dos trabalhadores juntos com o Sindicato chapa 1, ontem(27)o Sindicato paralisou a montagem no 1ª turno para reintegração do trabalhador. Estamos atentos principalmente no que se refere as demissões e não vamos aceitar cipista ser demitido.   

Juntos somos fortes unidos somos CTB chapa 1! 


fONTE: sTIM ctb cHAPA 1
28/08/2014

AÇÕES DE REVISÃO DO FGTS E INFORMAÇÕES JURÍDICAS.

O STIM-Camaçari filiado à CTB chapa 1, continua ajuizando as ações de Revisão do FGTS.

Todo metalúrgico sindicalizado ativo ou ex-metalúrgico sindicalizado que tenha até um ano que saiu da empresa pode comparecer ao seu Sindicato para participar dos processos. Estaremos recebendo os trabalhadores de segunda a sexta-feira das 8:30h às 16:30h, com intervalo para almoço das 12h às 13h.

Para participar das ações o trabalhador deverá levar a cópia do último contracheque para agilizar o atendimento constando assim seu vínculo associativo, as cópias do RG, CPF, Carteira de Trabalho (páginas da foto, dados e de todas as assinaturas das empresas no referido período), Comprovante de Residência atual e Extrato Analítico do FGTS de todos os anos (1999 a 2014).

O trabalhador que tiver dificuldade de tirar o extrato analítico junto à caixa econômica pode se dirigir ao seu sindicato para ser informado de como será resolvido o problema.

EMISSÃO DO EXTRATO ANALÍTICO DO FGTS

O Superior Tribunal de Justiça – STJ, recentemente aprovou a Súmula 514 afirmando que “A CEF é responsável pelo fornecimento dos extratos das contas individualizadas vinculadas ao FGTS dos trabalhadores... inclusive para fins de exibição em juízo, independentemente do período em discussão”. Com isso, a Caixa Econômica está obrigada a fornecer os extratos e não pode se recusar entregar aos trabalhadores.

TRABALHADOR NÃO SOFRE CONSEQUÊNCIAS POR ENTRAR COM AS AÇÕES

Muitos trabalhadores estão preocupados com a restrição aos créditos junto à Caixa Econômica, mas o sindicato está atento a isso e informa ao aos metalúrgicos que não podem sofrer retaliações do banco por ter ajuizado entrada com as ações.
As ações de revisão do FGTS apenas dizem respeito às diferenças de FGTS e isso não interfere em qualquer outra relação bancária, seja ela para créditos, financiamentos e uso de contas corrente ou poupança que o trabalhador tenha com a Caixa Econômica.
Caso a Caixa ouse em retaliar o trabalhador, por correr atrás do que seu direito, responde por danos morais e materiais e sofrer outras sanções judiciais.

ANDAMENTO DAS AÇÕES NA JUSTIÇA

Todos os processos estão aguardando decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que suspendeu a tramitação de todas as ações judiciais que pleiteiam a substituição da Taxa Referencial (TR) por um índice de inflação, para corrigir o saldo das contas dos trabalhadores no FGTS. A decisão foi tomada pelo ministro Benedito Gonçalves e alcança ações coletivas e individuais em todas as instâncias das Justiças estaduais e federal, inclusive juizados especiais e turmas recursais. A suspensão vale até o julgamento do recurso, pela Primeira Seção do STJ, ainda sem data prevista.


Um parecer do Ministério Público Federal dá mais um passo na briga dos trabalhadores pela substituição da Taxa Referencial (TR) pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) como fator de correção dos saldos do FGTS. Em texto elaborado a pedido do STJ, o subprocurador-geral da República, Wagner de Castro Mathias Netto, dá razão aos trabalhadores e considera que as contas do FGTS devem ser atualizadas por um índice de inflação.

Fonte: Jurídico Stim
28/08/2014 

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Paralisação da montagem na Ford pela reintegração do Cipista da Maxcoat


Cerca de mil trabalhadores do prédio da Montagem, no Complexo Ford Camaçari, na Bahia, paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (27), após uma mobilização iniciada pelo Sindicato dos Metalúrgicos filiado á CTB Chapa 1. 

O movimento cobrou a reintegração de Roberval funcionário da Maxcoat empresa que presta serviços para a montadora Ford, demitido este mês.

Roberval  CIPISTA reintegrado
Segundo o presidente do Sindicato, os trabalhador se mobilizaram e paralisaram a produção no prédio na montagem final contra a demissão do CIPISTA. "O mesmo goza de estabilidade garantida por lei, ele não poderia ter sido demitido." Lembra o presidente do Stim Camaçari.

O trabalhador foi reintegrado logo após a manifestação dos trabalhadores. O Sindicato aproveitou o momento para da o recado: "Somos a única fábrica no Brasil que não está acontecendo demissões em massa, reduções de salários e retiradas de benefícios, como está acontecendo em São Paulo. Vamos continuar lutando, para que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados ." Afirma a direção do Stim.

“Mais uma vez, mostramos a força do chão de fábrica e obrigamos a empresa a corrigir um erro absurdo, que não passa de perseguição contra um funcionário que luta por melhores condições de trabalho na fábrica”, diz Júlio Bonfim, presidente do Sindicato. Juntos somos fortes unidos somos CTB chapa 1!

Fonte: Stim CTB chapa 1
27/08/2014

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Fim do terceiro turno na Renault Paraná e Ford Taubaté no final de setembro.

O setor automotivo do Sul e Sudeste do país mais uma vez sofre com o desemprego. A Renault, em São José dos Pinhais, no Paraná, anunciou a extinção do terceiro turno, com isso, 700 demissões e outros 600 funcionários vão ser remanejados. "Na Ford Taubaté o terceiro turno acabará no final de setembro já com 520 trabalhadores que já deixaram os postos de trabalho" Fala o Mil Monteiro funcionário da Ford  Taubaté e representante dos trabalhadores. Na Volkswagen, mais desemprego. A montadora anunciou a saída de 400 pessoas. O setor de autopeças na cidade teve a pior baixa: 1.500 demissões de uma só vez.

E mais montadoras têm adotado medidas duras contra o trabalhador. Depois de suspender o contato de 1,2 mil pessoas, que estão em lay-off, a Mercedes-Benz quer reduzir os salários e o quadro de funcionários em São Bernardo do Campo. Uma situação absurda e que mostra a falta de gestão do setor em não manter a empregabilidade e espalhar o desemprego. 

Lay-off também na Mercedes de Juiz de Fora, em Minas Gerais, e na Volkswagen, tanto no Paraná quanto em São Paulo. 

Em Taubaté, a Volkswagen anunciou o início de um período de férias coletivas para 4,5 mil funcionários da fábrica. Essa é a segunda medida de redução de pessoal tomada nos últimos três meses. No mês de maio, a empresa demitiu 96 funcionários temporários da fábrica de Taubaté.

O cenário é preocupante. As demissões estampam as páginas dos principais jornais do pais, tamanho seu impacto negativo para a economia.

O setor automotivo, como já noticiado por diversas vezes aqui no blog, tem demitido trabalhadores em massa, buscado cada vez mais reduzir os custos a qualquer preço.

Para o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, as empresas precisam ter mais responsabilidade, e buscar outras alternativas para recompor perdas, do que provocando demissões em massa. 

Com a desculpa de adequar a produção ao mercado, e demitir em massa, as montadoras prejudicam a economia, a estabilidade do pais, e, sobretudo, a classe trabalhadora, que é a principal responsável pelo crescimento do Brasil.

Fonte: Sindicato do Paraná e Mil de Taubaté
26/08/2014

Sindicato reforça luta na Estamparia. Juntos somos forte unidos somos CTB chapa 1.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Camacari organizou nesta terça-feira (26) uma assembléia com os trabalhadores do primeiro turno da Estamparia, no Complexo Ford.
 
Os dirigentes Sindicais falaram sobre a importância dos trabalhadores manterem a unidade e fortalecerem a luta do movimento sindical por cada vez mais novos avanços.

Graças à união entre o Sindicato e a categoria, a base dos metalúrgicos em Camaçari tem conseguido manter o emprego e evitar demissões em massa, diferente da maior parte das montadoras espalhadas pelo país, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde o desemprego é crescente.

"Nossa luta é pelo emprego, pela saúde do trabalhador, pela sua segurança e lazer. Acreditamos que juntos somos muito mais fortes e é isso que tem garantido tantas conquistas, com base no compromisso dessa gestão em defender o trabalhador e fazer valer os seus direitos", diz Júlio Bonfim, presidente do Sindicato. 
Juntos somos fortes unidos somos CTB Chapa 1!  










Mercedes negocia com sindicato do ABC redução de salários e de pessoal

Com 1,2 mil trabalhadores em lay-off (suspensão de contratos de trabalho) desde julho e operando com 60% a 65% de sua capacidade produtiva, a Mercedes-Benz negocia com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC medidas para reduzir tabela de salários e quadro de pessoal e tornar a fábrica de São Bernardo do Campo mais competitiva. Medidas semelhantes podem ser adotadas pela Volkswagen.
A fabricante de caminhões e ônibus emprega atualmente 10,5 mil funcionários na unidade de São Bernardo do Campo (SP). Além do lay-off, que vai até o fim de novembro, mantém um programa de demissão voluntária (PDV), que já obteve 1,1 mil adesões, e tem dado folgas coletivas aos trabalhadores quando necessário.
A intenção do grupo é reduzir a diferença dos salários pagos na fábrica do ABC em relação à de Juiz de Fora (MG) que, segundo o presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Philipp Schiemer, chega a 50%. "O objetivo é que a diferença não aumente ou, melhor, que seja reduzida."
Outra medida, disse o executivo, é rever a forma de pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e os reajustes salariais da data-base. "Em nenhum outro país, numa situação como esta (de crise no mercado) se falaria em reajuste salarial", afirmou Schiemer. "Isto está matando as empresas."
O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC informou que "não vai comentar negociações que estão em andamento". A Mercedes também quer estabelecer uma idade limite para os funcionários se aposentarem. (PELEGAGEM)
O clima entre os metalúrgicos do ABC é de insegurança. Há boatos de que a Volkswagen também estuda corte de cerca de 2 mil postos na fábrica Anchieta, onde trabalham cerca de 13 mil pessoas, assim como congelamento de salários e redução da PLR. O sindicato não comentou a informação.
Já a Volkswagen informou que "tem feito uso de ferramentas de flexibilização, previstas nos acordos estabelecidos com os sindicatos, para adequar o volume de produção à demanda do mercado. Nesse contexto, conta com um acordo de PDV para a fábrica Anchieta negociado com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em março de 2012, para ajustes de efetivo." Na segunda-feira, 25, 4,5 mil funcionários da VW de Taubaté (SP) entraram em férias coletivas por dez dias. Hoje, os funcionários da General Motors em São José dos Campos (SP) realizam assembleia para decidir se aceitam ou não a proposta da empresa de colocar 968 pessoas em lay-off.
No momento, também adotam a medida a Volkswagen - nas fábricas de São Bernardo e São José dos Pinhais (PR) -, Ford (em Taubaté) e MAN em Resende (RJ). A Mercedes tem ainda 158 funcionários da unidade de Juiz de Fora em lay-off. Apesar de todas as medidas, o grupo tem ainda cerca de 500 funcionários excedentes nas duas fábricas.
Ajuste
Schiemer afirmou que a intenção do grupo não é fechar nenhuma das duas fábricas, mas torná-las mais competitivas. "A tarefa é fazer um ajuste para sobrevivermos até o mercado melhorar". De janeiro a julho, o mercado total de caminhões caiu 13,6% em relação ao mesmo período de 2013.
Ele aposta em um mercado de 130 mil caminhões neste ano, ante 149 mil no ano passado. O recorde foi em 2010, com 162 mil caminhões. Schiemer só espera uma recuperação das vendas a partir de 2016.
Para o presidente da Mercedes, o mercado brasileiro tem potencial para consumir 200 mil caminhões ao ano, desde que medidas sejam adotadas, como forte ajuste na economia para que o País cresça entre 3% e 4% ao ano, e criação de um programa de renovação da frota.
Schiemer reclamou da burocracia do programa de financiamento de caminhões pelo Finame. Segundo ele, pequenos e médios frotistas não têm acesso ao crédito.
Hoje, na opinião do executivo, não há segurança entre os investidores, em razão do baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e, mais pontualmente, por causa das eleições. A Mercedes, disse ele, mantém o plano de aportes de R$ 2,5 bilhões entre 2010 e 2015. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: Por Cleide Silva | Estadão Conteúdo
26/08/2014 

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